Diego Hypolito fez boa apresentação no salto e conquistou seu terceiro ouro no Pan
Diego Hypolito é o maior nome da ginástica artística no Pan. Decisivo no ouro por equipes, tranquilo no solo e campeão também no salto, nesta sexta, o brasileiro somou seu terceiro ouro e fechou sua passagem pelo Pan de Guadalajara com 100% de aproveitamento.
Primeiro a saltar, o atleta do Flamengo anotou 15,875 e não foi mais alcançado por nenhum de seus rivais. Tomás Gonzalez, seu principal adversário, errou feio um dos saltos e conseguiu só 15,587, ficando apenas com a prata.
Com isso, Diego Hypolito se firma como o maior nome da ginástica masculina no Pan até agora. Só ele soma três medalhas de ouro na competição, com 100% de aproveitamento nas finais em que esteve presente, superando seu desempenho no Pan do Rio de Janeiro. Há quatro anos, Diego ganhou ouros no solo e no salto, mas foi prata por equipes.
O resultado no México ratifica o bom momento de Diego. No início do mês, ele foi o terceiro colocado no Mundial do Japão no solo, garantindo antecipadamente sua vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Em janeiro, ele vai com a seleção completa para o evento-teste na Inglaterra, onde o Brasil pode classificar toda sua equipe masculina para as Olimpíadas.
Daniele Hypolito salvou a participação da ginástica artística feminina do Brasil ao conquistar as medalhas de bronze na trave e no solo. Mesmo sofrendo uma queda durante a apresentação do primeiro aparelho, a brasileira obteve 13.750 pontos e garantiu o terceiro lugar. O ouro ficou com a guatemalteca Ana Sofia Gomes e a prata com a canadense Kristina Vaculik.
No solo, ela cometeu uma pequena falha no último salto e perdeu o ouro para a mexicana Ana Estefania Lago por uma pequena diferença, com 13,750 contra 13,800 da atleta da casa. A prata ficou com a canadense Mikaela Gerber, com 13,775. As conquistas de Daniele Hypolito no último dia foram as únicas da ginástica artística feminina em Guadalajara até agora. A última vez que nenhuma ginasta brasileira subiu no pódio em um Pan-Americano ocorreu em Mar del Plata-1995.
"Estou muito contente. Medalha é medalha. Para um atleta é sempre importante ir para o pódio. É bom ver os Hypolitos subindo no pódio mais uma vez", disse a atleta, que se recusou a falar sobre as críticas que a ginástica feminina vem recebendo. "Eu falei e muitos [repórteres] não colocaram como eu disse, então sobre esse assunto eu não vou falar mais. A decisão sobre o futuro, se vai ter seleção permanente ou não, cabe à confederação", completou.
Diego Hypolito também quis encerrar a conversa. "Até para encerrar esse assunto. O que elas têm de fazer é treinar. A questão da união é real, é importante. Mas tem de pegar o aparelho e treinar, esse é o segredo. Elas têm tanta oportunidade quanto a gente", disse o ginasta.
Sergio Sasaki, ainda lesionado, disputou a final das barras paralelas e ficou na quinta colocação. O ouro ficou com o mexicano Daniel Corral. Já Petrix Barbosa, último do dia a competir, foi o quarto na barra fixa.
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